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Volta às aulas nas Estaduais do Paraná: Veja o calendário de 2026 para as 7 universidades

Quase 70 mil estudantes retomam as atividades nesta segunda-feira (3); confira as datas de início na UEL, UEM, Unioeste, UEPG, Unicentro, Uenp e Unespar

Volta às aulas nas Estaduais do Paraná: Veja o calendário de 2026 para as 7 universidades Créditos: Roberto Dziura Jr/AEN

O ano letivo de 2026 começou nesta segunda-feira (3) para a maior parte dos estudantes de graduação das universidades estaduais do Paraná. Ao todo, as sete instituições somam 69.681 alunos matriculados, sendo 52.782 veteranos e 16.899 calouros.

O retorno às aulas ocorre de forma escalonada, conforme o calendário acadêmico de cada universidade.

Calendário por instituição

A Universidade Estadual de Ponta Grossa foi a primeira a retomar as atividades, em 23 de fevereiro, com 5.016 veteranos e 1.984 calouros.

Nesta semana, iniciaram o semestre:

  • Universidade Estadual de Londrina: 9.484 veteranos e 3.180 calouros
  • Universidade Estadual do Centro-Oeste: 5 mil veteranos e 2 mil calouros
  • Universidade Estadual do Norte do Paraná: 2.682 veteranos e 816 calouros
  • Universidade Estadual do Paraná: 6.500 veteranos e 3.519 calouros
  • Nas próximas semanas, duas instituições completam o calendário de início:
  • Universidade Estadual de Maringá: início em 9 de março, com 13.100 veteranos e 3.400 calouros
  • Universidade Estadual do Oeste do Paraná: início em 16 de março, com 11 mil veteranos e 2 mil calouros

Presença em 29 municípios

As universidades estaduais ofertam 438 cursos de graduação, entre bacharelados, licenciaturas e tecnológicos. As instituições estão presentes em 29 municípios, com câmpus distribuídos em diferentes regiões do Estado, como Londrina, Maringá, Paranavaí, Ponta Grossa, Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Jacarezinho.

Além da formação acadêmica, as universidades mantêm atividades de pesquisa e extensão, com atuação regional nas áreas científica, tecnológica e social.

O início do ano letivo também tem reflexo econômico nas cidades-sede. A volta de milhares de estudantes movimenta setores como comércio, serviços e mercado imobiliário, especialmente em municípios que concentram grande número de matrículas.

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