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Trump anuncia morte de Ali Khamenei em ação militar conjunta de EUA e Israel

Líder supremo do Irã teria sido morto em bombardeio; governo iraniano nega e diz que aiatolá está “bem e seguro”

Por Bruno Rodrigo

Trump anuncia morte de Ali Khamenei em ação militar conjunta de EUA e Israel Créditos: Divulgação/Internet

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (28) que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu durante bombardeios realizados em ação conjunta entre forças norte-americanas e de Israel. Segundo Trump, o aiatolá foi atingido após operações de inteligência e rastreamento conduzidas em parceria entre os dois países.

Em publicação na rede Truth Social, Trump declarou que Khamenei “não conseguiu escapar” dos sistemas de monitoramento e classificou a morte como “justiça”. O presidente também afirmou que os bombardeios continuarão “pelo tempo que for necessário” para alcançar, segundo ele, “paz no Oriente Médio e no mundo”.

Até a última atualização, o governo do Irã não havia confirmado a morte. Um porta-voz declarou à emissora americana ABC News que o líder supremo está “bem e seguro”. A divergência de versões mantém o cenário de incerteza sobre a real situação de Khamenei.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse haver indícios de que o líder iraniano teria sido morto, após a destruição de um complexo usado por ele.

Khamenei comandava o Irã desde 1989, consolidando-se como a principal autoridade política e religiosa do país. Nascido em 1939, em Mashhad, participou da Revolução Islâmica de 1979 e se tornou sucessor do aiatolá Ruhollah Khomeini. Ao longo de quase quatro décadas, manteve postura de enfrentamento aos Estados Unidos e de não reconhecimento do Estado de Israel.

Os ataques ampliaram a tensão na região. O Irã lançou mísseis e drones contra alvos israelenses, enquanto sistemas de defesa foram acionados em países do Golfo. Relatos indicam explosões em diferentes pontos do Oriente Médio, incluindo áreas com bases militares norte-americanas.

O conflito segue em escalada, com impactos políticos e militares ainda indefinidos.

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