Filas migratórias aumentam na Ponte da Amizade no início de 2026
Com o aumento do fluxo de turistas paraguaios no início de ano, as filas na aduana da Ponte da Amizade entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu têm gerado longos tempos de esper
Créditos: Marcos Labanca/H2FOZ
Turistas paraguaios que atravessam a fronteira pela Ponte da Amizade, entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, estão enfrentando longas filas migratórias neste início de 2026. O movimento é típico dos meses de dezembro e janeiro, quando o número de viajantes aumenta consideravelmente devido ao período de férias.
A legislação brasileira exige que os turistas realizem um registro migratório. Inicialmente, eles devem passar pela aduana de Ciudad del Este para informar a saída do Paraguai. Em seguida, no Brasil, devem se dirigir ao guichê da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para registrar sua entrada, apresentando documentos pessoais. Embora o procedimento possa ser feito on-line e seja rápido, a formação de longas filas ocorre principalmente devido à simultaneidade dos ônibus de excursão e veículos particulares.
De acordo com o jornal ABC Color, do Paraguai, o problema se intensifica quando diversos ônibus de turismo passam pela fronteira ao mesmo tempo. A falta de pessoal para a verificação dos documentos e a sobrecarga nos guichês aumentam o tempo de espera, mesmo quando o turista já preencheu o Pré-Cadastro Migratório pela internet.
O movimento deverá continuar intenso até o Carnaval, com fluxos de ida e volta entre os dois países. Para a temporada de verão 2026/2027, espera-se que parte do fluxo de turistas de ônibus seja redirecionado para a Ponte da Integração, com o objetivo de aliviar o tráfego na Ponte da Amizade.
Com informações do H2Foz
