Denúncias da Gazeta do Paraná sobre Nelson Tanure, iniciadas em 2024, ganham repercussão nacional
Uma das matérias mais antigas da série foi publicada em 28 de novembro de 2024, quando a Gazeta do Paraná já chamava atenção para o avanço de Tanure sobre setores estratégicos do Estado
Créditos: Reprodução
As denúncias e reportagens publicadas pela Gazeta do Paraná sobre o empresário Nelson Tanure, iniciadas ainda em 2024, ganharam projeção nacional nas últimas semanas, após passarem a ser repercutidas por grandes veículos da imprensa brasileira e internacional.
Uma das matérias mais antigas da série foi publicada em 28 de novembro de 2024, quando a Gazeta do Paraná já chamava atenção para o avanço de Tanure sobre setores estratégicos do Estado, especialmente a área de tecnologia e telecomunicações, em meio ao processo de privatizações no Paraná . Na ocasião, o jornal alertava para a possibilidade de concentração de mercado e para o histórico de controvérsias envolvendo o empresário, muito antes de o tema alcançar o debate nacional.
Desde então, ao longo de 2024 e 2025, a Gazeta aprofundou a cobertura sobre os negócios de Tanure, suas estratégias de atuação por meio de fundos de investimento, a relação com empresas públicas e privatizadas e os riscos institucionais associados à sua presença em áreas sensíveis do Estado. Reportagens detalharam desde processos administrativos na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) até investigações do Ministério Público e disputas societárias envolvendo grandes companhias do país .
Esse trabalho de alerta ao leitor não ficou restrito ao jornal impresso e ao site. Desde 2024, a Gazeta do Paraná também passou a levar essas denúncias ao público por meio do Programa Tijolinho, apresentado por Marcos Formighieri, no Gcast da Gazeta do Paraná, no YouTube. O programa se consolidou como um espaço de análise crítica, no qual reportagens do jornal são contextualizadas, documentos são destrinchados e conexões políticas e empresariais são explicadas de forma acessível.
Ao longo dos episódios do Tijolinho, o nome de Nelson Tanure aparece de forma recorrente desde 2024, sempre associado a alertas sobre opacidade em negócios, concentração econômica e impactos diretos para o interesse público, especialmente no Paraná. O conteúdo passou a circular além do público regional, alcançando redes sociais, grupos de debate político e ambientes jornalísticos fora do Estado.
Com os recentes desdobramentos envolvendo investigações federais e a ampliação da cobertura por veículos nacionais, temas que a Gazeta do Paraná já vinha apontando desde 2024 passaram a ocupar o centro do noticiário brasileiro. O caso reforça o papel do jornalismo regional investigativo, capaz de antecipar fatos, fiscalizar o poder e alertar a sociedade antes que questões locais se transformem em crises de alcance nacional.
Desde 2024, a Gazeta do Paraná vem cumprindo esse papel: informar, alertar e contextualizar, mantendo o compromisso com o interesse público e com a vigilância permanente sobre os centros de poder.
