Tebet lidera disputa pelo Senado em SP, aponta pesquisa
Tebet tem 26,8%, Marina aparece com 23,3%, e três nomes da direita estão próximos em cenário marcado por alta indecisão
Por Gazeta do Paraná
Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil
A ex-ministra Simone Tebet (PSB) aparece numericamente na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado por São Paulo, segundo pesquisa do instituto Ideia divulgada nesta segunda-feira (10). O levantamento foi contratado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e mostra uma disputa apertada entre nomes de esquerda e direita.
Tebet registra 26,8% das intenções de voto, enquanto Marina Silva (Rede) aparece com 23,3%. As duas estão tecnicamente empatadas, considerando a margem de erro de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Marina também está dentro da margem de erro em relação aos candidatos que aparecem na sequência. O deputado federal e ex-secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP) tem 19,4%, enquanto o deputado estadual André do Prado (PL) registra 19%.
Na sequência aparece o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo), com 16,4%. Derrite, Prado e Salles também estão próximos dentro da margem de erro, configurando um cenário de forte equilíbrio entre os principais nomes da disputa.
Fora do grupo principal aparecem Soninha Francine (Cidadania), com 2,9%; Geraldo Rufino (Podemos), com 2,7%; Eliana Ferreira (PSTU), com 1,7%; Weller Gonçalves (PSTU), com 1,3%; Maíra de Souza (UP), com 1,1%; Márcio Alves (UP), com 0,8%; e Petter Maahs (PCB), com 0,7%.
O levantamento também aponta um alto índice de indecisão. 42,2% dos entrevistados afirmaram que ainda não sabem em quem votar, enquanto 10,2% disseram que pretendem votar em branco, nulo ou em ninguém.
A eleição deste ano será marcada pela renovação de dois terços do Senado, com 54 das 81 cadeiras em disputa. Em São Paulo, a corrida é considerada estratégica para os principais grupos políticos, que buscam ampliar suas bancadas na Casa.
A pesquisa Ideia/ACSP ouviu eleitores do estado e apresenta margem de erro de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
