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Gabriela Loran revela estratégias contra ataques na web após brilhar em Três Graças
A atriz Gabriela Loran, que dá vida à farmacêutica Viviane na novela Três Graças, celebra o reconhecimento do público, mas acende o alerta para o aumento de ataques virtuais
A atriz Gabriela Loran tem ganhado projeção nacional ao interpretar a farmacêutica Viviane na novela Três Graças, exibida pela TV Globo. Na trama, a personagem é melhor amiga de Gerluce, vivida por Sophie Charlotte, e tem contribuído para ampliar a visibilidade da artista no cenário televisivo.
Com o crescimento da popularidade, Gabriela também relata aumento nos ataques nas redes sociais. Mulher trans, a atriz afirmou que o papel representou uma mudança importante em sua trajetória profissional, ao ampliar o reconhecimento para além de rótulos ligados à identidade de gênero.
Em entrevista ao jornal O Globo, a atriz destacou que a personagem ajudou a consolidar sua imagem como profissional da atuação. Segundo ela, o público passou a reconhecê-la nas ruas principalmente pelo trabalho na novela, e não apenas por sua identidade.
Gabriela Loran também esteve entre as indicadas ao prêmio de Artista Revelação no Melhores do Ano 2025, concorrendo com Alana Cabral, que atua na mesma produção. Apesar de não ter vencido, a atriz avaliou positivamente a repercussão de seu desempenho.
Paralelamente ao reconhecimento, ela afirma que os ataques virtuais cresceram na mesma proporção. A atriz já enfrentava esse tipo de situação desde sua participação em Malhação, em 2018, e diz ter desenvolvido estratégias para lidar com o ambiente digital.
Uma das medidas adotadas é bloquear perfis ofensivos. Segundo Gabriela, a prática é uma forma direta de evitar a exposição a comentários negativos e preservar a saúde mental. Ela também destaca a importância da rede de apoio, da terapia e do convívio com familiares e amigos.
Além das críticas online, a atriz relatou situações de invasão de privacidade no cotidiano. Em um dos episódios recentes, afirmou ter percebido que estava sendo filmada sem autorização durante um atendimento em laboratório, o que considerou desconfortável.
A artista afirma que a exposição exige atenção constante e reforça a necessidade de respeito aos limites, mesmo em situações envolvendo admiração do público.
