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Saúde alerta para baixa adesão à vacina da gripe no Paraná; veja grupos e onde se vacinar Créditos: Jaelson Lucas/Arquivo AEN

Saúde alerta para baixa adesão à vacina da gripe no Paraná; veja grupos e onde se vacinar

Índice de imunização infantil não chega a 18% no Estado; Secretaria da Saúde disponibiliza doses gratuitas em todas as unidades básicas para conter avanço de casos graves antes do inverno

Com a chegada do período de maior circulação de vírus respiratórios, o Paraná ainda registra baixa adesão à vacina contra a gripe entre públicos considerados prioritários. O alerta foi reforçado pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, que pede que a população procure as unidades de saúde para se imunizar.

Desde o início da campanha, em 28 de março, já foram aplicadas mais de 1,24 milhão de doses no Estado. Desse total, cerca de 886 mil foram destinadas a crianças, gestantes e idosos, enquanto outras 359 mil atenderam os demais grupos prioritários.

Apesar do volume, os índices de cobertura seguem abaixo do esperado. Entre crianças de 6 meses a menores de 6 anos, a vacinação atingiu 17,48%. No grupo das gestantes, o índice é de 36,94%, e entre idosos, 34,25%.

A vacina está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde e pode ser aplicada nos grupos definidos pelo Ministério da Saúde, como pessoas com comorbidades, profissionais da saúde, professores, caminhoneiros, forças de segurança, entre outros. Em alguns municípios, a vacinação também ocorre em escolas e com horários ampliados.

Para se vacinar, é necessário apresentar documento pessoal e carteira de vacinação. O Estado já recebeu mais de 2,2 milhões de doses, distribuídas conforme a demanda de cada município.

O secretário estadual da Saúde, César Neves, reforça a importância da imunização neste período.

“A gripe pode evoluir para quadros graves, principalmente entre os grupos mais vulneráveis. A vacina está disponível gratuitamente e é a forma mais eficaz de prevenção. Precisamos ampliar essa cobertura e proteger a população no momento certo”, afirmou.

Entre os públicos com menor adesão, as crianças são o principal ponto de atenção. Além de mais vulneráveis a complicações, elas também contribuem para a disseminação do vírus.

“A vacinação das crianças é essencial para reduzir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade. É um cuidado que começa dentro de casa, mas tem impacto coletivo”, destacou o secretário.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para atualizar a vacinação antes do avanço do inverno.

 

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