corbelia fevereiro 2026

Paraná registra menor taxa de desemprego da história e fecha 2025 com 3,6%

Estado atinge 3,2% no quarto trimestre e mantém índice abaixo da média nacional, segundo o IBGE

Paraná registra menor taxa de desemprego da história e fecha 2025 com 3,6% Créditos: Gabriel Rosa/Arquivo AEN

O Paraná encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego da sua série histórica. No quarto trimestre, o índice ficou em 3,2%. No acumulado do ano, a taxa de desocupação foi de 3,6%, abaixo dos 4,1% registrados em 2024.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O resultado estadual supera a média nacional. No quarto trimestre, o Brasil registrou 5,1% de desocupação. No ano, a taxa média foi de 5,6%.

6,26 milhões estão ocupados

O Paraná possui 9,8 milhões de pessoas com 14 anos ou mais. Desse total, 6,47 milhões compõem a força de trabalho. Entre elas, 6,26 milhões estão ocupadas e 205 mil estão desocupadas.

Do total de trabalhadores ocupados, 3,45 milhões atuam no setor privado. Entre esses, 80,7% têm carteira assinada, o que representa 2,78 milhões de empregos formais. Outros 652 mil trabalham no setor público.

O Estado ainda registra 1,9 milhão de pessoas em ocupações informais.

Queda contínua desde a pandemia

A taxa de desemprego vem caindo desde 2020, quando atingiu 9,7%, o maior índice da série histórica durante a pandemia de Covid-19.

Em 2021, o índice recuou para 8,9%. Em 2022, caiu para 6%. Em 2023, ficou em 4,8%. Em 2024, atingiu 4,1%. Em 2025, fechou em 3,6%.

Na comparação com 2020, a redução acumulada foi de 6,1 pontos percentuais.

No recorte trimestral, a taxa chegou a 10,5% no terceiro trimestre de 2020. Desde então, houve queda gradual até o atual patamar de 3,2%.

Rendimento médio supera média nacional

O rendimento real mensal habitual no Paraná foi de R$ 4.083 em 2025. O valor representa aumento de 5,2% em relação a 2024, quando era de R$ 3.881.

No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio foi de R$ 4.128.

Os valores também superam a média brasileira, que ficou em R$ 3.560 no ano.

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