Dispensa de licitação para merenda escolar vira alvo de críticas em Ponta Grossa
Parlamentares debateram contrato emergencial de R$ 40 milhões durante sessão na Câmara
Por Valéria Mendes
Créditos: Divulgação
Nesta segunda-feira (18), o vereador Guilherme Mazer (PT) criticou a nova contratação, por dispensa de licitação, de uma empresa responsável pelo fornecimento de merenda escolar. Após denúncias envolvendo a antiga fornecedora Omega, o município firmou um novo contrato no valor de R$ 40 milhões.
O parlamentar questionou as terceirizações na rede pública de educação e defendeu o retorno da autogestão. “A gente alertou e agora fizeram uma dispensa de licitação, de R$ 40 milhões, com outra empresa que está atolada em coisa errada, em falcatrua”, afirmou Guilherme Mazer.
O vereador também relatou que a Secretaria Municipal de Educação estaria analisando modelos de creches terceirizadas para aplicar em Ponta Grossa, além de mencionar as privatizações envolvendo o Restaurante Popular.
Em resposta, o vereador Pastor Ezequiel explicou que a contratação foi realizada em caráter emergencial devido à necessidade de garantir a alimentação dos estudantes. Segundo ele, conforme o andamento das investigações conduzidas pelo Ministério Público, uma nova licitação deverá ser realizada.
A oposição vem intensificando as críticas à atual gestão municipal, cobrando melhorias para os servidores públicos e para os serviços essenciais oferecidos à população. A expectativa é de que haja novos desdobramentos sobre o caso e de que a rede pública de educação volte à normalidade.
Créditos: Redação
