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Nós, os predadores (I)

Cobiçado por falsas promessas medicinais, o mamífero mais traficado do mundo caminha para a extinção devido à caça ilegal

Por Cidinha Marcon

Nós, os predadores (I) Créditos: Olhar Digital

Nós, os predadores (I) A cada 5 minutos, um pangolim é retirado da natureza. O pangolim é o mamífero mais traficado do mundo. Para se ter ideia: estima-se que mais de 1 milhão desses animais foram mortos e comercializados só de 2000 a 2013.

(II) Mas por que ele é tão visado? Pelas suas escamas. Feitas de queratina, o mesmo material das nossas unhas e cabelos, elas são vendidas ilegalmente na Ásia como remédio para asma, artrite e até câncer. Promessas sem qualquer comprovação científica.

(III) Em 2019, apenas uma operação policial em Singapura apreendeu 14 toneladas de escamas, o equivalente a 36 mil pangolins mortos em um único carregamento. Que dó!!! E tem uma ironia cruel nisso tudo: o pangolim é um animal desenhado para ser intocável.

(IV) Quando sente o perigo se aproximar, ele se enrola em uma bola, uma armadura natural tão resistente que até leões não conseguem abrir. Porém esse instinto e sabedoria não é eficaz contra humanos, tornando-os fáceis de capturar. Ele é inofensivo. Tímido. Noturno. Seu trabalho? Comer 70 milhões de insetos por ano... Mas, está desaparecendo antes que o mundo saiba quem ele é. A Proteção Animal Mundial trabalha diretamente no combate ao tráfico de fauna selvagem.

Bom dia!
E, um dia a gente entende a imensidão existente na palavra tempo. Aprende a enxergar a vida como ela realmente é, com todas as suas curvas, campos frescos e caminhos pedregosos. Entender que sorrir é o melhor remédio. Aprende a valorizar as miudezas e, finalmente, se debruça sobre a janela dos dias com paz no coração e olhar de esperança. Descobre, enfim, que espalhar amor é alargar os horizontes da alma.

 


A arquiteta Caroline Hedel, dando uma pausa no trabalho para curtir Portugal. Arquivo pessoal


Prefeito Renato Silva, Marlise da Cruz e Severino Folador. Encontro de ex-Presidentes da Câmara Municipal de Cascavel, anos 1983/84, 1987/88, 1995/96. Arquivo pessoal


Rosi Medeiros, no circuito. Arquivo pessoal

 

 

Créditos: Cidinha Marcon Acesse nosso canal no WhatsApp