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Justiça ouve nesta segunda (23) testemunhas de crime que tirou a vida de soldado Rubenich

Edson Ferreira da Cruz, que já tinha condenação por homicídio, responde por quatro agravantes na morte do soldado Ariel Julio Rubenich

Justiça ouve nesta segunda (23) testemunhas de crime que tirou a vida de soldado Rubenich Créditos: Divulgação

A Justiça realiza nesta segunda-feira (23), às 13h30, a audiência de instrução e julgamento do caso que resultou na morte do soldado da Polícia Militar Ariel Julio Rubenich, em Cascavel.

O réu, Edson Ferreira da Cruz, está preso preventivamente desde a noite do crime e responde por homicídio qualificado com quatro agravantes. A pena, em caso de condenação, pode ultrapassar 30 anos de reclusão.

A audiência é considerada uma etapa decisiva do processo, com a oitiva de testemunhas e a possibilidade de encaminhamento do caso ao Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.

Familiares do policial devem acompanhar a audiência no fórum. A viúva, Daniela, os dois filhos do casal, uma menina de 4 anos e um bebê, que tinha seis meses na época do crime, além da mãe e colegas de farda, aguardam o andamento do processo e cobram justiça.

Relembre o caso

O crime ocorreu na noite de 25 de novembro de 2025, na Avenida Tancredo Neves. Conforme as investigações, o acusado dirigia um Volkswagen Passat branco em alta velocidade, superior a 170 km/h, quando atingiu a motocicleta conduzida pelo policial.

Com o impacto, a moto foi arremessada contra duas árvores no canteiro central da via. O soldado Rubenich chegou a ser socorrido, mas morreu ainda no local.

Após a colisão, o motorista fugiu, sendo localizado e preso pouco depois na Rua Tapajós, no sentido do bairro Santa Cruz.

Horas após a prisão, a mãe do suspeito morreu. Segundo familiares, ela teria passado mal ao presenciar a movimentação policial e a detenção do filho.

De acordo com as investigações, Edson Ferreira da Cruz já havia sido condenado anteriormente por homicídio qualificado e havia deixado o sistema prisional cerca de seis meses antes do crime.

Ele segue preso preventivamente enquanto responde ao processo.

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