Quaest aponta Alexandre Curi na liderança da disputa pelo Senado no Paraná
Deputado aparece com 15% na soma das intenções de voto; Gleisi tem 11%, enquanto Filipe Barros e Deltan Dallagnol registram 9% cada
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A primeira pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Senado no Paraná mostra Alexandre Curi (Republicanos) na liderança, com 15% das intenções de voto. Gleisi Hoffmann (PT) aparece em segundo lugar, com 11%, enquanto Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) têm 9% cada.
O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 23 de agosto e encomendado pela RPC. Nas eleições de 2026, os eleitores paranaenses escolherão dois senadores, já que duas das três cadeiras do estado estarão em disputa.
Na metodologia utilizada pela pesquisa estimulada, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, que indicam suas preferências para a primeira e para a segunda vaga. A soma dos votos considera as duas escolhas e mantém a proporção entre candidatos, indecisos e votos brancos ou nulos.
Na combinação das duas vagas, Cristina Graeml (PSD) aparece com 8%, seguida por Dr. Rosinha (PT), com 6%. Karen Guerreiro (Missão) tem 1%, enquanto Marcelo Marcelino (PCO) e Joaquim do MLB (Unidade Popular) não atingiram 1%.
Os indecisos representam 28% e 13% afirmam que votarão em branco, anularão o voto ou não pretendem comparecer às urnas.
Disputa pela primeira vaga
Considerando somente a primeira escolha do eleitor, Alexandre Curi e Gleisi aparecem empatados na liderança, com 18% cada. Deltan Dallagnol registra 14%, seguido por Filipe Barros, com 11%, e Cristina Graeml, com 9%.
Dr. Rosinha aparece com 4%, Karen Guerreiro tem 1%, enquanto Marcelo Marcelino e Joaquim do MLB não chegam a 1%. Nesse cenário, 17% estão indecisos e 8% optam por branco, nulo ou dizem que não vão votar.
Segunda vaga tem maior indecisão
Na segunda escolha, Alexandre Curi aparece novamente à frente, com 12%. Filipe Barros tem 8%, Dr. Rosinha registra 7%, Cristina Graeml, 6%, e Gleisi, 5%.
Deltan Dallagnol aparece com 3%. Karen Guerreiro e Marcelo Marcelino têm 1% cada, enquanto Joaquim do MLB não chega a 1%.
A segunda vaga apresenta um nível maior de indefinição: 39% dos entrevistados não sabem em quem votar e 18% afirmam que votarão em branco, anularão o voto ou não pretendem votar.
Pesquisa espontânea
Quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o cenário é marcado pela elevada indecisão. Segundo a Quaest, 90% não souberam indicar espontaneamente um nome para o Senado.
Deltan Dallagnol aparece com 3%, enquanto Alexandre Curi e Gleisi têm 2% cada. Dr. Rosinha e Filipe Barros registram 1% cada. Outros candidatos somam 0%, e 1% declarou voto branco, nulo ou intenção de não votar.
Maioria ainda pode mudar de voto
A pesquisa também mostra que a disputa ainda pode sofrer alterações até outubro. Para 47% dos eleitores entrevistados, a escolha do candidato já é definitiva. Outros 53% afirmam que ainda podem mudar de voto até a eleição, marcada para 4 de outubro.
Rejeição
Entre os candidatos avaliados, Gleisi apresenta o maior índice de rejeição: 56% dizem conhecê-la e afirmam que não votariam nela. Outros 26% conhecem e votariam na candidata, enquanto 18% não a conhecem.
Dr. Rosinha aparece com 30% de rejeição. Alexandre Curi tem 22%, Deltan Dallagnol, 18%, Cristina Graeml, 18%, e Filipe Barros, 16%.
Karen Guerreiro registra 5% de rejeição, Marcelo Marcelino, 7%, e Joaquim do MLB, 4%. Os índices de desconhecimento são elevados entre os candidatos menos conhecidos: 93% não conhecem Karen, 92% não conhecem Marcelo e 96% não conhecem Joaquim.
A Quaest entrevistou 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-05388/2026.
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