Paraná Pesquisas mostra Moro com 44,7%, Requião Filho com 23% e Sandro Alex com 19,7%
Levantamento ouviu 1.280 eleitores em 57 municípios; pesquisa também mede cenário espontâneo, rejeição, percepção de vitória e disputa pelo Senado
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A nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas sobre a corrida ao Governo do Paraná mostra Sergio Moro (PL) com 44,7% das intenções de voto no cenário estimulado, seguido por Requião Filho (PDT), com 23%, e Sandro Alex (PSD), com 19,7%. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 17 de setembro e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-01022/2026.
A pesquisa ouviu 1.280 eleitores em 57 municípios do Paraná. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento apresenta diferentes recortes da disputa para o Governo do Estado, incluindo os cenários espontâneo e estimulado, comparação com pesquisas anteriores, percepção sobre quem deverá vencer e rejeição dos candidatos. Também foram testadas as intenções de voto para o Senado.
PRIMEIRO TURNO – CENÁRIO ESTIMULADO
Quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Sergio Moro aparece com 44,7% das intenções de voto. Requião Filho registra 23% e Sandro Alex, 19,7%.
Na sequência aparecem Luiz França (Missão), com 0,7%; Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza) e Tayná Miessa (UP), com 0,4% cada; e Adriano Funileiro (PCO) e Samuel de Mattos (PSTU), com 0,3% cada.
Os eleitores que responderam nenhum, branco ou nulo representam 5,8%, enquanto 4,8% não souberam ou não quiseram opinar.
Na comparação com o levantamento anterior do mesmo instituto, realizado entre 31 de agosto e 2 de setembro e registrado sob o número PR-03399/2026, Moro passou de 45% para 44,7%. Requião Filho foi de 24% para 23%, enquanto Sandro Alex passou de 17,5% para 19,7%.
A variação de cada candidato está dentro da margem de erro de 2,8 pontos percentuais.
CENÁRIO ESPONTÂNEO
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Moro aparece com 25,4% das citações. Requião Filho tem 9,8% e Sandro Alex, 9,2%.
Luiz França registra 0,2%, Doutor Alexandre Salomão, 0,1%, e outros nomes somam 0,9%.
O percentual de eleitores que não souberam ou não quiseram responder chega a 48,3%. Outros 6,1% disseram que não votariam em nenhum candidato, branco ou nulo.
A diferença entre o cenário espontâneo e o estimulado mostra que uma parcela significativa do eleitorado ainda não manifesta espontaneamente uma preferência quando os nomes não são apresentados.
PERCEPÇÃO SOBRE QUEM VAI GANHAR
O instituto também perguntou aos entrevistados, independentemente da intenção de voto, quem acreditam que vencerá a eleição para governador.
Sergio Moro foi citado por 50,6% dos entrevistados. Sandro Alex aparece com 17,6% e Requião Filho com 15,2%.
Luiz França foi mencionado por 0,5%; Adriano Funileiro e Tayná Miessa, por 0,2% cada; Doutor Alexandre Salomão, por 0,1%. Outros nomes não chegaram a 0,1%.
O percentual de eleitores que não souberam ou não opinaram foi de 15,8%.
Na pesquisa anterior, Moro havia sido citado por 49,4%, Sandro Alex por 14,9% e Requião Filho por 15,9%.
Esse indicador mede a percepção dos entrevistados sobre o resultado da eleição e não equivale à intenção de voto.
REJEIÇÃO
A pesquisa também perguntou em quais candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum. Como cada entrevistado poderia citar mais de um nome, os percentuais não somam 100%.
Requião Filho aparece com 37,8% de rejeição. Sergio Moro registra 26,6% e Sandro Alex, 12,2%.
Na sequência estão Tayná Miessa, com 6,8%; Adriano Funileiro e Samuel de Mattos, com 5,9% cada; Doutor Alexandre Salomão, com 5,7%; e Luiz França, com 4,8%.
Outros 13,4% não souberam ou não opinaram, enquanto 5,9% afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos.
Em relação ao levantamento anterior, Requião Filho passou de 36,6% para 37,8%, Moro de 24,8% para 26,6% e Sandro Alex de 10,9% para 12,2%.
SEGUNDO TURNO
O levantamento divulgado agora não apresenta, nas tabelas informadas pelo instituto, simulações de segundo turno para o Governo do Paraná.
Por isso, os números de 44,7%, 23% e 19,7% correspondem ao cenário de primeiro turno estimulado e não podem ser interpretados como uma projeção de eventual disputa em segundo turno.
A pesquisa também não permite calcular, a partir dos dados apresentados, quem avançaria para uma eventual segunda etapa da eleição.
SENADO
A pesquisa também avaliou a disputa pelas duas vagas do Paraná no Senado. Como cada eleitor pode escolher até dois candidatos, os percentuais ultrapassam 100% quando somados.
No cenário estimulado, Deltan Dallagnol (Novo) aparece com 31,6%, seguido por Alexandre Curi (Republicanos), com 30,4%; Filipe Barros (PL), com 26,3%; e Gleisi Hoffmann (PT), com 25,9%.
Cristina Graeml (PSD) registra 14,8% e Dr. Rosinha (PT), 12,5%. Marcelo Marcelino (PCO) tem 1,3%, enquanto Joaquim do MLB (UP) e Karen Guerreiro (Missão) aparecem com 0,9% cada.
Nenhum, branco ou nulo soma 7,4%, e 6,1% não souberam ou não opinaram.
No levantamento espontâneo, Deltan Dallagnol aparece com 12,7%, Gleisi Hoffmann com 8%, Alexandre Curi com 5,5% e Filipe Barros com 5,4%. A parcela que não soube ou não opinou chega a 64,8%.
METODOLOGIA E REGISTRO
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas com entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais entre 15 e 17 de setembro de 2026.
Foram entrevistados 1.280 eleitores em 57 municípios do Paraná. A amostra foi selecionada em três etapas, com sorteio probabilístico dos municípios e das localidades pelo método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT), seguido da aplicação de quotas proporcionais de gênero, faixa etária, escolaridade e renda domiciliar.
A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,8 pontos percentuais para os resultados gerais. Pelo menos 30% dos questionários foram submetidos a auditoria, o equivalente a no mínimo 384 entrevistas.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-01022/2026 para os cargos de governador e senador.
A pesquisa retrata as intenções de voto no período de coleta, entre 15 e 17 de setembro, e não representa resultado eleitoral ou previsão de votação.
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