Deputada pede apuração no MP sobre Pedro do BBB 26
Requerimento solicita análise de possíveis investigações envolvendo Pedro Henrique Espíndola, citado em registros policiais e reportagens nacionais
Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar
A deputada estadual Flávia Francischini (União Brasil) protocolou um requerimento na Assembleia Legislativa do Paraná pedindo o envio de expediente ao Ministério Público do Estado do Paraná para análise da viabilidade de instauração ou reabertura de procedimento investigatório criminal envolvendo Pedro Henrique Espíndola, participante do Big Brother Brasil 26.
O pedido foi encaminhado ao procurador-geral de Justiça do Paraná e tem como base fatos de interesse público amplamente noticiados pela imprensa nacional. Entre eles, está a existência de investigação por possível crime de importunação sexual instaurada no Estado do Rio de Janeiro, além do registro de boletim de ocorrência em Curitiba, no ano de 2025, por suposta prática do crime de ameaça.
O requerimento também menciona reportagens que trazem relatos de uma jovem que se identifica como ex-companheira do investigado. Segundo essas publicações, o relacionamento teria começado quando ela ainda era menor de idade, além de incluir alegações de episódios de agressões físicas e psicológicas.
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No documento, a deputada afirma que o requerimento não representa juízo de valor nem afirmação de culpa. Segundo ela, a iniciativa busca assegurar que os fatos sejam analisados de forma técnica, imparcial e institucional pelo Ministério Público, órgão responsável pela apuração e promoção da ação penal pública.
Flávia Francischini, que também ocupa o cargo de primeira vice-presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, solicita que o expediente seja recebido como notícia de fato, que sejam requisitados os registros policiais existentes no Paraná e que seja avaliada a necessidade de adoção de medidas investigatórias. O pedido inclui ainda a possibilidade de medidas protetivas, caso sejam identificadas eventuais vítimas em situação de risco.
De acordo com a parlamentar, a iniciativa reforça o compromisso do Poder Legislativo com a defesa dos direitos fundamentais, a proteção de possíveis vítimas e o fortalecimento da atuação das instituições responsáveis pela aplicação da lei.
