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Acic participa, na Amop, de debate sobre problemas na oferta de energia

Uma das situações mais graves aconteceu há poucos dias, quando 900 mil quilos de peixes foram perdidos devido à interrupção no fornecimento

Por Da Redação

Acic participa, na Amop, de debate sobre problemas na oferta de energia Créditos: ACIC

A Acic foi uma das entidades representadas em recente debate organizado pela Associação dos Municípios do Oeste do Paraná sobre problemas no fornecimento de energia elétrica na região. O assunto foi a pauta principal da primeira assembleia ordinária da Amop no calendário de 2026. A Copel Distribuição foi representada pelo superintendente Comercial Breno Castro, pelo executivo de Relacionamento com Grandes Clientes Rodrigo Priss e pelo executivo de Operação de Campo da Região Oeste, Carlos Galina.

O prefeito de Toledo, Mario César Costenaro resume a conversa: “Toda semana, recebemos reclamações sobre falta de energia e esse encontro foi mais uma tentativa em busca de soluções”. O vice-presidente da associação comercial para Assuntos de Energias Renováveis, Juliano Murbach, apresentou nesta semana, durante reunião de diretoria da Acic, uma síntese do encontro. A principal queixa apresentada em relatos de prefeitos, produtores rurais e outros consumidores presentes foi das falhas constantes no abastecimento e dos sérios prejuízos que elas têm causado nas cidades e também na zona rural.

Uma das situações mais graves aconteceu há poucos dias, quando 900 mil quilos de peixes foram perdidos devido à interrupção no fornecimento. O Oeste cresce acima da média nacional e de outras regiões do Paraná e os investimentos feitos pela empresa estão aquém do necessário, o que explica em grande parte os problemas recorrentes, concordaram os presentes. Outra situação apontada foi quanto à falta de retorno e de atenção da Copel em chamadas que costuma receber. Há problemas também de métricas que a empresa precisa observar. Estipuladas há mais de duas décadas, elas não correspondem mais à realidade. Um movimento começa a se formar para pressionar a agência reguladora a rever esses critérios.

A Acic acompanha o assunto de perto, porque entende e lamenta o tamanho dos prejuízos que comerciantes, consumidores residenciais e produtores rurais têm enfrentado nos últimos anos. “O que se espera é que os investimentos sejam acelerados e aconteçam para que a normalidade retorne o mais brevemente possível”, pontua Murbach.

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