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Ex-mulher do goleiro Bruno deixa UTI após melhora no estado de saúde

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno, foi transferida para a enfermaria após apresentar melhora. Polícia Civil segue investigando o desaparecimento registrado em Minas Gerais

Ex-mulher do goleiro Bruno deixa UTI após melhora no estado de saúde Créditos: Reprodução/Redes sociais

A ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, após apresentar melhora no quadro clínico. Ela continua internada na unidade, agora em um leito de enfermaria.

As informações sobre a evolução do estado de saúde foram divulgadas pelo portal Metrópoles. Procuradas anteriormente, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informaram que não poderiam fornecer detalhes sobre a paciente em razão da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Dayanne foi hospitalizada após permanecer desaparecida por três dias. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ela foi atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite de sábado (4) e encaminhada ao hospital. As autoridades não divulgaram as circunstâncias que motivaram a internação.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, Dayanne foi vista pela última vez na manhã de quinta-feira (2), em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde morava com o marido e dois filhos.

De acordo com o relato do marido aos policiais, ela informou que iria até a casa da mãe para deixar as crianças, mas não retornou. Durante as buscas, o homem encontrou o celular da esposa e documentos pessoais na residência.

Ainda segundo o registro policial, no aparelho celular foram localizadas mensagens trocadas com pessoas que se apresentavam como credores, cobrando supostas dívidas de Dayanne.

Na ocasião do desaparecimento, a Polícia Civil informou que trabalhava com a hipótese de desaparecimento voluntário e ressaltou que, até aquele momento, não havia indícios da prática de crime. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

 
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