Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil
“Urna eletrônica acabou com a fraude eleitoral”, afirma Cármen Lúcia nos 30 anos do sistema
Presidente do TSE afirma que informatização eliminou manipulação de resultados e apresenta o mascote "Pilili" para incentivar o voto aos 16 anos; primeiro turno será em 4 de outubro
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, afirmou nesta segunda-feira (4) que o uso da urna eletrônica eliminou fraudes no processo eleitoral brasileiro. A declaração foi feita durante evento que marcou os 30 anos da adoção do sistema no país.
Segundo a ministra, a informatização do voto substituiu práticas antigas que abriam margem para irregularidades, como o uso de cédulas de papel e a contagem manual dos votos.
“Nesses 30 anos, acabou com a fraude eleitoral, com a possibilidade de uma pessoa votar por outra e acabou a possibilidade de ter um resultado que não corresponde ao que foi votado”, afirmou.
As primeiras urnas eletrônicas foram utilizadas em 1996 e, desde então, passaram a ser adotadas em todas as eleições no Brasil.
Durante a cerimônia, o TSE também apresentou um mascote institucional, batizado de Pilili. O nome faz referência ao som emitido pela urna ao final da votação. A iniciativa busca aproximar o sistema eleitoral do público mais jovem e incentivar a participação nas eleições.
“O que nós queremos é que, cada vez mais, quem chegar a ter 16 anos até o dia 4 de outubro possa votar, exercer esse seu direito e ser um verdadeiro cidadão, que diz quem ocupará os cargos de direção do país”, disse a ministra.
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados. Caso necessário, o segundo turno para os cargos de presidente e governador será realizado no dia 25 do mesmo mês.
