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CAPS 3 apresenta projeto de musicoterapia na Câmara de Maringá

Grupo Aquarela reúne pacientes em atividades musicais e apresentações pela cidade para estimular socialização, expressão e protagonismo

Por Valéria Mendes

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CAPS 3 apresenta projeto de musicoterapia na Câmara de Maringá Créditos: Divulgação

Na sessão ordinária desta terça-feira (25), a diretora do CAPS 3 de Maringá, Araceles, apresentou o projeto de musicoterapia desenvolvido pela unidade em parceria com o Grupo Aquarela. Os participantes escolhem músicas relacionadas às próprias histórias e emoções, e o grupo realiza apresentações pela cidade como forma de estimular a socialização e o protagonismo dos pacientes.

Os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) são unidades públicas e gratuitas do Sistema Único de Saúde (SUS), voltadas ao atendimento e à reinserção social de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes ou com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

O Aquarela é um grupo de musicoterapia desenvolvido no CAPS 3. O nome foi escolhido pelos próprios participantes e representa, segundo a diretora, a diversidade de cores e a pluralidade de personalidades presentes no projeto. Gerida pela Secretaria Municipal de Saúde, a unidade oferece atendimento 24 horas, com leitos destinados a pessoas com transtornos mentais e a processos de desintoxicação, além de farmácia para dispensação de medicamentos psicotrópicos e consultas médicas. O CAPS 3 também desenvolve 79 grupos terapêuticos, grupoterapias e oficinas.

Durante a sessão, os integrantes do Grupo Aquarela realizaram uma apresentação na Câmara, cantando e tocando a música “Anunciação”, de Alceu Valença. A apresentação foi acompanhada pelos vereadores e pelo público presente. “As músicas são escolhidas pelos próprios pacientes porque elas estão ligadas ao seu histórico, às suas emoções, àquilo que aparece no dia da sessão. Eles já fazem várias apresentações em Maringá, em aberturas de congressos. Esse projeto se chama CAPS 3 Visita. Se você não vai ao CAPS, o CAPS vai até você. Então, eles aparecem em algum lugar da cidade e vão se apresentando para ter esse exercício de protagonismo e de socialização, que é tão importante para a saúde mental”, explicou Araceles.

 

Créditos: Redação Acesse nosso canal no WhatsApp