Aliados de Moro reagem a ataques e prometem cobrança por transparência no Governo Ratinho Jr.
Apoiadores do senador afirmam que questionamentos sobre obras, contratos e decisões da gestão estadual também devem ser levados ao debate público e aos órgãos de fiscalização
Créditos: Divulgação
O velho ditado popular diz que “pau que bate em Chico, bate em Francisco”. E é justamente essa lógica que começa a mobilizar defensores da Lava Jato, apoiadores históricos e atuais de Sergio Moro, além de cidadãos e agentes públicos que afirmam não compactuar com o atual modelo de funcionamento do poder no Paraná.
O movimento, segundo seus articuladores, não integra a estrutura oficial da campanha de Moro. Reúne pessoas que dizem não aceitar que o processo eleitoral seja transformado em uma ofensiva seletiva contra o senador, enquanto questionamentos sobre decisões, contratos, obras, gastos públicos e relações políticas e empresariais do Governo Ratinho Júnior permanecem sem respostas.
A proposta é simples: se é legítimo questionar Sergio Moro, sua trajetória e suas decisões, também deve ser legítimo questionar quem governa o Paraná há oito anos.
A resposta, afirmam os envolvidos, será dada com fatos, documentos, reportagens, informações públicas e questionamentos encaminhados, quando houver elementos concretos, às instituições competentes.
Redes sociais e grupos de conversa serão espaços de debate
As redes sociais, grupos de conversa e comunidades digitais deverão ocupar papel importante nessa discussão.
A intenção dos apoiadores é reunir, compartilhar e confrontar informações que estejam disponíveis publicamente, permitindo que cidadãos tenham acesso a diferentes versões dos fatos e possam discutir os assuntos que considerarem relevantes.O velho ditado popular diz que “pau que bate em Chico, bate em Francisco”. E é justamente essa lógica que começa a mobilizar defensores da Lava Jato, apoiadores históricos e atuais de Sergio Moro, além de cidadãos e agentes públicos que afirmam não compactuar com o atual modelo de funcionamento do poder no Paraná.
O movimento, segundo seus articuladores, não integra a estrutura oficial da campanha de Moro. Reúne pessoas que dizem não aceitar que o processo eleitoral seja transformado em uma ofensiva seletiva contra o senador, enquanto questionamentos sobre decisões, contratos, obras, gastos públicos e relações políticas e empresariais do Governo Ratinho Júnior permanecem sem respostas.
A proposta é simples: se é legítimo questionar Sergio Moro, sua trajetória e suas decisões, também deve ser legítimo questionar quem governa o Paraná há oito anos.
A resposta, afirmam os envolvidos, será dada com fatos, documentos, reportagens, informações públicas e questionamentos encaminhados, quando houver elementos concretos, às instituições competentes.
Redes sociais e grupos de conversa serão espaços de debate
As redes sociais, grupos de conversa e comunidades digitais deverão ocupar papel importante nessa discussão.
A intenção dos apoiadores é reunir, compartilhar e confrontar informações que estejam disponíveis publicamente, permitindo que cidadãos tenham acesso a diferentes versões dos fatos e possam discutir os assuntos que considerarem relevantes.
WhatsApp, redes sociais, grupos comunitários e outras plataformas digitais deverão funcionar como espaços de circulação dessas informações e de debate político.
A proposta, segundo os articuladores, não é substituir a imprensa ou as instituições de controle, muito menos transformar suspeitas em condenações. É ampliar o acesso da população às informações e estimular o debate público.
Documento contra documento. Fato contra fato. Versão contra versão.
E, quando houver dúvida sobre eventual irregularidade, a defesa é de que o assunto seja encaminhado às instituições responsáveis pela apuração.
Quem controla a máquina pública?
Por trás da discussão existe uma questão ainda maior: quem controla a máquina pública e como ela é utilizada?
Os articuladores afirmam que o cidadão paranaense tem o direito de conhecer os mecanismos de decisão, as relações políticas, os contratos, os critérios de nomeação e a destinação dos recursos públicos.
Não se trata, segundo eles, de substituir instituições ou antecipar julgamentos. Trata-se de exigir transparência.
“Não pode existir uma régua para Brasília e outra para Curitiba. Se cobramos transparência de políticos, governos e instituições em nível nacional, precisamos aplicar o mesmo princípio dentro do Paraná”, afirma um dos articuladores.
Se querem falar de Moro, vamos falar
A mensagem aos adversários políticos é direta: se querem falar de Sergio Moro, vamos falar. Mas, ao mesmo tempo, dizem os apoiadores, vamos falar também dos oito anos do Governo Ratinho Júnior.
Obras, contratos, Porto de Paranaguá, gastos públicos, nomeações, relações políticas e empresariais, decisões administrativas, fiscalização, transparência e, naturalmente, as circunstâncias políticas que cercaram a desistência da candidatura presidencial.
Tudo isso deve ser submetido ao mesmo princípio: fatos precisam ser esclarecidos, documentos precisam ser analisados e perguntas legítimas não podem ser proibidas porque atingem quem está no poder.
No fim, continua valendo o velho ditado: “Pau que bate em Chico, bate em Francisco.”
E, desta vez, dizem os articuladores, a promessa é tirar as perguntas de debaixo do tapete e colocar na mesa aquilo que precisa ser explicado à sociedade paranaense — nas ruas, nas redes sociais, nos grupos de conversa e, principalmente, nas instituições responsáveis por fiscalizar o poder público.
Foto: Divulgação
Texto: Tribunal do Litoral
Créditos: Tribuna do Litoral
