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Vini Jr. admite: Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

Vini Jr. admite: "Brasil não é favorito para a Copa", mas aposta em Ancelotti para o topo

Na véspera do amistoso contra a França, Vinicius Júnior reconhece instabilidade da Seleção, mas exalta novo ciclo com Carlo Ancelotti

Vinicius Júnior foi direto ao ponto ao analisar o momento da Seleção Brasileira. O atacante reconheceu que, pelo desempenho recente, o Brasil não chega como favorito para a Copa do Mundo de 2026, mas aposta no peso da camisa e na qualidade do elenco para recolocar a equipe no topo.

O ciclo até o Mundial foi marcado por instabilidade. Trocas no comando técnico, resultados irregulares e uma campanha abaixo do esperado nas Eliminatórias, encerradas apenas na quinta colocação, acenderam o alerta. A chegada de Carlo Ancelotti surge justamente como tentativa de reorganizar o time e dar identidade à Seleção.

“Pelos resultados, não somos favoritos. Mas o peso da camisa e a qualidade dos jogadores fazem diferença. Com o Ancelotti, a gente já tem uma ideia de jogo mais clara”, afirmou o camisa 7, destacando ainda o impacto do treinador no ambiente. “Ele tira a pressão e nos dá confiança. O objetivo é recolocar o Brasil no topo.”

Testes de peso antes da Copa

A Seleção terá dois testes exigentes nesta Data Fifa. Primeiro, encara a França, na quinta-feira (26), em Boston. Depois, enfrenta a Croácia, na terça (31), em Orlando. Duas seleções de elite que servem como parâmetro real para medir o nível da equipe.

Vinicius Júnior chega como uma das principais referências ofensivas para o Mundial, que será disputado entre junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

“Todo mundo espera que eu seja protagonista, e estou preparado. Já joguei Copa e sei o que significa. Não quero sair novamente sem vencer. Tenho trabalhado muito para estar no meu melhor nível”, destacou.

Ataque forte e nova geração

O setor ofensivo segue sendo o principal trunfo do Brasil. Além de Vini Jr., nomes como Raphinha e João Pedro aparecem como peças consolidadas, enquanto jovens como Endrick e Estêvão surgem como alternativas que aumentam o nível de competitividade interna.

“Tem muita gente preparada. A nova geração chega forte, e isso eleva o nível do grupo”, completou o atacante.

Neymar fora e modelo ofensivo

A ausência de Neymar nesta convocação também foi tema. O camisa 10 ficou fora por questões físicas, decisão tomada pela comissão técnica.

“A cobrança sobre o Ney é normal. Ele é um dos meus ídolos. Está trabalhando para voltar bem, mas a decisão é do treinador. A gente sempre quer jogar com os melhores”, disse Vini.

Já Carlo Ancelotti deixou claro qual é a sua ideia para o time: um modelo ofensivo, com quatro jogadores no ataque, mas sem abrir mão do equilíbrio.

“Estamos buscando um time com qualidade, atitude e organização. A ideia é atuar com quatro na frente, aproveitando as características dos nossos jogadores”, explicou o treinador.

Para o amistoso contra a França, Ancelotti não confirmou a escalação completa, mas indicou parte da defesa, com Wesley, Léo Pereira e Douglas Santos entre os titulares. O zagueiro Marquinhos é desfalque por dores no quadril e deve ser preservado

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