Mistério sobre desaparecimento de primas no Paraná chega a um mês com suspeito ainda sem paradeiro
Polícia Civil intensifica buscas por homem apontado como principal envolvido no caso das jovens desaparecidas após saída para festa em Paranavaí
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O desaparecimento das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida completa um mês nesta quinta-feira, dia 21 de maio. As jovens foram vistas pela última vez durante a madrugada de 21 de abril, após participarem de uma festa em Paranavaí, no noroeste do Paraná.
A investigação da Polícia Civil aponta Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, como principal suspeito do caso. Ele segue foragido desde o fim de abril, quando a Justiça decretou sua prisão preventiva.
Conforme as investigações, as primas saíram de Cianorte acompanhadas de Clayton, que utilizava o nome falso de “Davi”. Câmeras de segurança registraram o trio passando por Jussara e depois chegando a uma boate em Paranavaí, onde foram vistos pela última vez.
Durante a madrugada, as jovens ainda fizeram publicações nas redes sociais. Pouco depois, perderam contato com familiares e amigos. Desde então, não houve mais movimentações confirmadas das duas.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de duplo homicídio, embora os corpos ainda não tenham sido localizados. O delegado responsável pelo caso informou que o avanço das investigações e o cruzamento de informações reforçam essa linha investigativa.
Na última semana, a ex-companheira de Clayton foi presa temporariamente no interior de São Paulo. Ela é investigada por suspeita de auxiliar o foragido com apoio financeiro e logístico durante o período em que ele permanece escondido.
Além deste caso, Clayton já possuía antecedentes criminais e um mandado de prisão em aberto por roubo. A polícia também identificou que a caminhonete usada por ele tinha sinais de clonagem.
As buscas continuam e denúncias anônimas podem ser feitas pelos telefones 181, 190 ou 197.
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