Vandalismo atinge parquinhos e deixa bairros sem áreas de lazer em Cascavel
Furto de alumínio destrói brinquedos, gera prejuízo público e compromete a segurança das crianças
Créditos: Secom
Parquinhos públicos de Cascavel, criados para o lazer das crianças e a convivência das famílias, vêm sendo alvo frequente de vandalismo. A motivação dos crimes é o furto de alumínio, material que tem valor no mercado ilegal e acaba alimentando ações criminosas contra o patrimônio público.
Atualmente, o município mantém mais de 40 parquinhos distribuídos pelos bairros. No entanto, cenas de destruição têm se tornado comuns. Brinquedos são danificados, estruturas internas são arrancadas e os espaços deixam de oferecer segurança à população.
Somente nas últimas semanas, três parquinhos foram vandalizados na região norte da cidade. Um fica no bairro Floresta e dois no Brasmadeira. Em alguns casos, os locais haviam passado recentemente por revitalização, mas voltaram a ser danificados pouco tempo depois.
Mesmo protegido por revestimento plástico, todo o alumínio presente na estrutura dos brinquedos foi retirado. Além de inviabilizar o uso dos parquinhos, os furtos geram prejuízo direto aos cofres públicos e impactam o contribuinte.
Diante da situação, a Prefeitura reforça o pedido de apoio da população. Casos de vandalismo ou suspeita de crime podem ser denunciados à Guarda Municipal, pelo telefone 153, ou à Polícia Militar, pelo 190. A denúncia imediata é considerada essencial para coibir novas ações.
A Guarda Municipal realiza rondas em toda a cidade, incluindo os parquinhos. Porém, a grande quantidade de playgrounds espalhados pelo município dificulta a fiscalização permanente, tornando a participação da comunidade uma peça-chave na prevenção.
Quanto aos reparos, não há previsão de reposição das estruturas danificadas em curto prazo. Atualmente, o município não conta com licitação específica para recuperação ou substituição dos materiais furtados. Após os crimes, a medida adotada tem sido o isolamento parcial dos parquinhos, para evitar acidentes. Nesse cenário, quem acaba prejudicado é a própria população que utiliza esses espaços.
