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Procon de Foz aponta aumento de 25% na gasolina e mira reajustes indevidos Créditos: Divulgação/Secom

Procon de Foz aponta aumento de 25% na gasolina e mira reajustes indevidos

O Procon divulgou um novo levantamento que acende o alerta para os motoristas: o Diesel subiu mais de 23% em apenas um mês e a gasolina teve picos de 25% de alta

Um levantamento divulgado pelo Procon de Foz do Iguaçu aponta aumento nos preços dos combustíveis no município entre fevereiro e março de 2026. A pesquisa foi realizada nos dias 12 de fevereiro e 24 de março, com coleta em 58 postos, analisando gasolina comum, etanol, diesel S10 e diesel S500.

Os dados indicam tendência de alta, principalmente nos combustíveis derivados de petróleo. A gasolina comum teve aumento médio de 5,85%, com variações que chegaram a 25,46% em alguns estabelecimentos. Já o etanol apresentou comportamento mais estável, com alta média de 1,87% e registros pontuais de queda de até 2,33%.

O diesel foi o combustível com maior impacto no período. O tipo S10 teve aumento médio de 23,35%, podendo chegar a 33,38%. Já o diesel S500 registrou alta média de 19,63%, com picos de até 30,05%.

Segundo o Procon, a variação de preços não é considerada irregular por si só, desde que esteja respaldada por fatores de mercado. No entanto, reajustes considerados abusivos, sem justificativa ou desproporcionais, podem configurar infração ao Código de Defesa do Consumidor e serão investigados.

O diretor do Procon de Foz do Iguaçu, Sidney Calixto, afirmou que o monitoramento segue em andamento e deve ser concluído nos próximos dias.

“Estamos acompanhando de perto. Provavelmente, na segunda quinzena, vamos encerrar o levantamento semanal dos preços dos postos fiscalizados. A partir disso, iremos analisar o material coletado e iniciar estudos para identificar possíveis aumentos indevidos. Com esse trabalho, será possível apontar quais estabelecimentos poderão ser notificados e, se for o caso, multados”, disse.

Diante do cenário, o órgão informou que deve intensificar as ações de fiscalização na cidade. A recomendação aos consumidores é pesquisar os preços antes de abastecer, utilizando os dados divulgados pelo próprio Procon.

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