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Mitos das cavernas

Os mitos dos aborígenes australianos não são apenas lendas, mas registros fiéis de eventos reais ocorridos há milhares de anos.

Por Cidinha Marcon

Mitos das cavernas Créditos: Imagem ilustrativa

Mitos das cavernas

Pelas lendas dos aborígenes australianos sobre o dilúvio, parece que ele ocorreu há 7.000 anos. Os aborígenes, ainda usando tanga, preservam a história dos últimos 7.000 anos: parece irreal? O professor da Sunshine Point University, Patrick Nunn, publicou no Australian Geographer, os resultados de estudos na costa australiana, que confirmaram completamente os mitos dos australianos: há 7.000 anos ocorreram mudanças catastróficas. A confiabilidade desses contos de fadas e mitos revelou-se de um nível incrivelmente alto, confirmado por uma análise objetiva. Nunn literalmente esfregou o nariz das autoridades dizendo que os mitos não são apenas fantasias de autores antigos, mas uma espécie de descrição de eventos e fenômenos que ocorreram na realidade.


Pausa para o cafezinho

Esperança, não é a última que morre, é a primeira que nasce quando tudo parece perdido e sem solução. Porque quem tem esperança sabe que um dia a tempestade tem que passar e que o choro cessa dando lugar à alegria. Porque quem tem esperança tem confiança, quem confia tem fé e quem tem fé tem Deus e quem tem Ele tem tudo.


Sabedoria das idades

“Augusto e nobre sacerdócio deverá ser o da pena. Pena vendida, pena maldita; seus prejuízos são maiores do que os da peste ou da tuberculose. Entretanto, graças à pena possuímos, toda a história humana. Por ela, nós nos tornamos conscientes e livres. Por ela, eternos são os pensamentos”.
(Do livro Ocultismo e Teosofia, escrito em parceria José Henrique de Souza e Mario Roso de Luna, sob o pseudônimo de “Laurentus”).

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Bom dia!

Não há benção maior do que o bem que alguém nos deseja de coração sincero. Há um brilho especial em quem se alegra com a nossa alegria, em quem não apenas estende a mão nos momentos difíceis, mas também celebra nossas conquistas como se fossem suas. Gente de alma leve, que não mede gestos, que transborda generosidade sem esperar nada em troca. São esses corações que iluminam o caminho, que fazem a vida mais bonita, que nos lembram do valor da verdadeira conexão. A essas almas raras, meu mais profundo agradecimento.


Bolsas!

A bolsa e o sapato não precisam ser da mesma cor (isso é coisa do passado), mas devem estar em harmonia com o conjunto e como ninguém vive sem elas... Bolsas grandes e médias, do gênero esporte são ótimas para viagens, trabalho e até compras. A bolsa clássica, média, é uma bolsa coringa, atravessa épocas e é usada em diversas ocasiões. Já as pequenas forradas em tecido, prateadas, douradas, com pedrarias ou strass, são obrigatoriamente para jantares de gala, festas, formaturas, bailes, casamentos e recepções.


 

Casório na família Dalmina, sábado (dia 23 agosto) que movimentou o circuito dos pioneiros: vovó Neiva, os pais do noivo Leonardo- João Carlos e Gladis e a noiva Ana. Foto: arquivo pessoal.

 

Thiago e Larissa Kovak, comemorando 5 anos bem casados. Foto: arquivo pessoal.

 

Mairi Marschall, voluntária atuante nas causas da Associação Cascavel Rosa- cuja missão é a luta contra o Câncer. Foto: arquivo pessoal.

Créditos: Cidinha Marcon Acesse nosso canal no WhatsApp