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Promessas do basquete de Londrina embarcam para o CBI; veja os adversários Créditos: Juilio Sodré

Promessas do basquete de Londrina embarcam para o CBI; veja os adversários

Equipe apoiada pela FEL e pelo Feipe encara fase classificatória em Vitória (ES); time comandado por Arody Neto busca consolidar Londrina como referência no basquete de base

O basquetebol de Londrina estará representado na maior competição de categorias de base do Brasil: na próxima semana, de 17 a 23 de maio, a Associação Pé Vermelho de Esportes – APVE Londrina Basketball disputa o Campeonato Brasileiro Interclubes (CBI) Masculino Sub-17. O time representa oficialmente o município, por meio da parceria com a Prefeitura de Londrina e com a Fundação de Esportes de Londrina (FEL), via Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos (Feipe).

O evento nacional é organizado pela Confederação Brasileira de Basketball, em parceria com o Comitê Brasileiro de Clubes. No total, 32 equipes disputam a Fase Classificatória A, período em que a cidade de Vitória no Espírito Santo será a sede do time londrinense. A APVE Londrina Basketball está no Grupo E, ao lado do Tijuca Tênis Clube (RJ), do Assembleia (PA) e do Vizinhança (DF).

Técnico Arody Neto. Foto: Julio Sodré / Assessoria APVE

O elenco do time de base de Londrina tem no comando o técnico Arody Neto, que também ocupa o cargo na equipe profissional. Para Neto, a participação da APVE na competição é uma grande oportunidade e coloca o time como destaque na categoria.

“Isso nos credencia como referência na modalidade, principalmente aqui na nossa região. Esperamos representar nossa cidade muito bem, e voltar em outro nível. É uma oportunidade incrível não apenas para os atletas, mas também para a comissão técnica”, disse. 

Jogador Renato Wallison. Foto: Julio Sodré / Assessoria APVE

O grupo de trabalho é formado por atletas de 15 a 17 anos de idade e um dos destaques é o pivô Renato Wallison da Silva, que disputou o CBI Sub-15 pela APVE Londrina Basketball no ano anterior.

Renato contou sobre as diferenças dos campeonatos que os jogadores estão acostumados a disputar para um de nível nacional, como este. “Nas questões físicas e de posicionamento defensivo, o ritmo é outro. Quem disputa um campeonato com esse nível volta com outra leitura de jogo, outra mentalidade e outra percepção. É uma oportunidade única para nós”, analisou o jogador.

 

 

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