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Juliane Suellem recebe alta hospitalar após três meses internada em Londrina

Vítima de incêndio em apartamento de Cascavel, advogada estava internada no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina desde outubro

Por Eliane Alexandrino

Juliane Suellem recebe alta hospitalar após três meses internada em Londrina Créditos: Divulgação

A advogada Juliane Suellem Vieira dos Reis, de 28 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta terça-feira (20), após permanecer cerca de 3 meses internada no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina. Ela foi vítima de um incêndio ocorrido em outubro do ano passado, em um apartamento em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Juliane estava hospitalizada desde o dia 17 de outubro de 2025, quando foi transferida de Cascavel para Londrina, em razão da gravidade das queimaduras sofridas. O caso gerou grande comoção na cidade, tanto pela intensidade do incêndio quanto pela atitude da jovem, que se arriscou para salvar familiares, além da atuação dos bombeiros no resgate.

Relembre o caso

Três pessoas que estavam no apartamento no momento do incêndio ficaram feridas. O episódio ganhou repercussão nacional após a divulgação de imagens que mostram Juliane retirando a mãe, Sueli Vieira dos Reis, e o primo, Pietro José Dalmagro, em meio à fumaça, sobre a estrutura de um aparelho de ar-condicionado, no 12º andar do prédio.

Após colocar os familiares em segurança, Juliane retornou ao apartamento em chamas e acabou sendo resgatada por equipes do Corpo de Bombeiros. Dois militares também ficaram feridos durante a ocorrência. Juliane sofreu queimaduras em cerca de 60% do corpo e precisou de tratamento intensivo e prolongado.

Sueli Vieira dos Reis e Pietro José Dalmagro receberam alta médica anteriormente e seguem em recuperação em casa.

Conclusão do inquérito

A Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito sobre o incêndio após a entrega do laudo da Polícia Científica. A perícia apontou que o fogo teve início na cozinha do apartamento, mas não foi possível identificar a causa exata da ignição. O laudo também afastou a hipótese de incêndio criminoso.

Com base nas conclusões técnicas e nos depoimentos colhidos, a Polícia Civil opinou pelo arquivamento do caso como fato atípico. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que ainda decidirá sobre novas diligências ou o arquivamento definitivo do procedimento.

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