Jornalismo esportivo se despede de Clóvis Grelak
O jornalista morreu nesta quinta-feira (10), em Cascavel
Por Luciano Neves
Créditos: Arquivo da família
O jornalismo esportivo e o automobilismo brasileiro perderam nesta quinta-feira (10) um de seus profissionais mais respeitados. Morreu, em Cascavel, o jornalista Clóvis Grelak, que construiu uma carreira marcada pela atuação na assessoria de imprensa de importantes categorias, equipes e pilotos do esporte a motor. Apesar de ter um vasto conhecimento no automobilismo, sua área de atuação, nunca escondeu a paixão pelo Corinthians.
Atendendo a um pedido feito pelo próprio jornalista ainda em vida, não haverá velório. O corpo será encaminhado diretamente para cremação.
Clóvis nasceu em 10 de fevereiro de 1959. Segundo informações dos familiares, a morte ocorreu por uma falência múltipla dos órgãos. Clóvis teve complicações da doença de Parkinson. O jornalista ficou um longo período internado.
Especializado em automobilismo, Clóvis Grelak dedicou grande parte da carreira à comunicação esportiva, tornando-se um nome conhecido nos bastidores das competições. Ao longo dos anos, trabalhou na assessoria de imprensa da Fórmula Truck, categoria que ajudou a consolidar a popularidade das corridas de caminhões no Brasil, além de prestar serviços para diversas equipes e pilotos de destaque do cenário nacional. . Também foi responsável por uma coluna de automobilismo na Gazeta do Paraná.
Entre os profissionais com quem atuou está o cascavelense Pedro Muffato, um dos maiores nomes da Fórmula Truck e do automobilismo brasileiro. Foi ele quem escreveu o livro "Muffatão", que retrata a história dos cinquenta anos de automobilismo do empresário Pedro Muffato.
Além da assessoria de imprensa, Clóvis também teve importante participação no resgate da memória do automobilismo paranaense, preservando relatos sobre as primeiras corridas disputadas em Cascavel e a evolução do esporte na região. Clóvis Grelak deixa um legado de dedicação ao esporte e à comunicação.
Créditos: Da redação
