Copa do Mundo de 2026 terá uma final inédita. Espanha está lá e aguarda o adversário
O segundo finalista sairá do confronto entre Inglaterra e Argentina, que se enfrentam nesta quarta (15)
Por Luciano Neves
Créditos: Getty Images
A Copa do Mundo de 2026 já entrou para a história. Foi a maior de todos os tempos com 48 participantes. Também foi a primeira Copa sendo realizada em três países.
Nesta Copa, as seleções apontadas como favoritas fizeram valer essa condição. Tanto é que a Copa voltou a ter quatro campeãs mundiais nas semifinais, algo que ocorreu três vezes em toda a história e não se repetia desde o Mundial de 1990 na Itália. Logo, isso impediu um novo campeão na Copa do Mundo de qualquer modo, a Copa de 2026 terá uma final inédita.
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Isso porque a Espanha, a primeira finalista, superou a badalada França nas semifinais. Esta é a segunda decisão dos espanhóis, que buscam o bicampeonato. Na primeira conquista, em 2010, também numa final inédita, a Espanha levou a melhor sobre a Holanda. A Espanha aguarda o adversário da grande decisão do próximo domingo (19), que sairá do jogo entre Inglaterra e Argentina, que se enfrentam nesta quarta (15).
Havia a possibilidade de uma repetição da final da Copa de 2022 entre Argentina e França, o que não ocorreu com a eliminação francesa. A Copa do Mundo teve outras situações com finais repetidas. Por exemplo: Brasil e Itália se fizeram duas decisões, em 1970 e 1994, ambas vencidas pela Seleção Brasileira. E Argentina e Alemanha fizeram três finais: 1986, 1990 e 2014.
O Brasil caiu na Copa do Mundo de maneira precoce. Nesta edição, foi eliminada nas oitavas de final com a derrota para a Noruega e terminou o Mundial no modesto 11º lugar. Em cinco jogos foram três vitórias, um empate e uma derrota. Mas a tetracampeã Alemanha caiu antes, na segunda fase, ao ser eliminada pelo Paraguai nos pênaltis. E como a também tetracampeã Itália não disputou a Copa, o Brasil segue como único pentacampeão mundial.
E a Seleção Brasileira contina com o maior número de gols na história das Copas. Chegou a 247 gols, três a mais que a Alemanha, que tem 243. Nesta Copa, as duas seleções trocaram a posição na liderança deste ranking. Pelo menos, até 2023, o Brasil mantém esse posto.
Segunda final
O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, comemorou a classificação da equipe para a final da Copa do Mundo, algo “ao alcance de poucos”, após a vitória sobre a França por 2 a 0.
“Há muita tensão acumulada agora. É uma grande responsabilidade. É um luxo, só para poucos escolhidos, uma final de Copa está ao alcance de poucos. Precisamos assimilar tudo isso. Quando começamos este projeto, há três ou quatro anos, tínhamos essa visão e permanecemos fiéis a ela”, declarou De La Fuente após a partida. “É muito bonito sentir um vínculo como esse, sentir que você está fazendo as pessoas felizes. É motivo de orgulho ser espanhol, e no domingo temos mais uma chance de mostrar isso”, o treinador sobre a expectativa para a final da Copa do Mundo.
Créditos: Luciano Neves
