Créditos: Gazeta do Paraná
- Perigo real e imediato
As guerrilhas colombianas que atuam na fronteira com a Venezuela
afirmaram estar prontas para enfrentar “os planos imperialistas” dos
Estados Unidos, após a captura de Maduro. A guerrilha do Exército de
Libertação Nacional (ELN) declarou que se une a “todos os patriotas,
democratas e revolucionários” para “enfrentar os planos imperialistas
contra a Venezuela e os povos do Sul”. Já os dissidentes das “FARCs”,
que assinaram um acordo de paz e se desmobilizaram em 2016, advertiram
que dariam “até a última gota de sangue lutando contra o império”
americano “se necessário, porque cedo ou tarde, o império ianque
cairá”. Segundo especialistas, essas guerrilhas envolvidas no tráfico
de cocaína circulam em território venezuelano com a conivência do
Exército do país. O presidente colombiano, Gustavo Petro, mobilizou 30
mil soldados para reforçar os pontos de passagem na fronteira com a
Venezuela e colocou o país em alerta diante da possibilidade de
atentados por parte desses grupos armados ilegais.

