Gesto que vira processo

19/05/2026 17:10

O que começou como um gesto no plenário virou problema formal para Eder Borges. O vereador agora responde a um processo ético na Câmara de Curitiba depois de simular uma arma com as mãos durante sessão. A cena ocorreu logo após a Tribuna Livre com representantes do magistério municipal. Em um ambiente já tensionado, a atitude gerou reação imediata, confusão entre assessores e interrupção dos trabalhos. A corregedoria foi direta ao apontar indícios de quebra de decoro. O entendimento é de que houve conduta incompatível com o ambiente institucional, com recomendação de censura pública. No fim, o episódio expõe mais do que um ato isolado. Mostra o limite cada vez mais estreito entre performance política e responsabilidade institucional dentro do plenário.