Rei nu

23/03/2026 17:53

Renato Freitas foi além do debate salarial e partiu para uma crítica estrutural do Estado. Em um discurso carregado de elementos pessoais e políticos, falou em “aristocracia escravocrata” e afirmou que alguém precisa dizer que “o rei está nu”. A fala desloca o eixo da discussão: não se trata apenas de recompor salários, mas de questionar quem concentra recursos dentro da máquina pública. Ao comparar os gastos com professores e os chamados supersalários, o deputado tenta reorganizar o conflito em termos de disputa orçamentária. É um discurso que não busca conciliação, mas confronto direto com a lógica de privilégios.